O Porto de Imbituba foi surpreendido, nesta sexta-feira (14), por uma ação do O Instituto Chico Mendes de Preservação da Biodiversidade (ICMBio) que ocasionou o embargo das obras de retificação dos molhes e ampliação do cais. Isso devido a agressão que fere a legislação de proteção às Baleias Francas.
Segundo o ICMbio, o Porto de Imbituba está localizado nos limites da área de proteção ambiental (APA) e, de acordo com Maria Elizabete Rocha, chefe da Apa da Baleia Franca no Estado, já houve uma notificação no mês passado e o Instituto Chico Mendes optou pelo embargo porque o porto apresentou as licenças, mas faltou a autorização e seguir algumas recomendações sobre o bate-estaca.
Com essa paralização das obras, 400 funcionários correm o risco de ficarem desempregados e aí entra o impasse: Até que ponto essa “super proteção” às Baleias beneficia a cidade de Imbituba?
No meu ponto de vista, cabe o bom senso das autoridades, visto que, a ampliação do cais acarretará mais movimentação de cargas e, por consequência, mais empregos para os cidadãos. Mas claro que temos que levar em conta que, o turismo com a observação dos cetáceos (whale watching), tráz à região algo em torno de 3 mil turistas nacionais e internacionais.
Dessa forma, aguardaremos o resultado da ação que o gerente administrativo do porto de Imbituba, Gesiel Pamato, moveu contra o embargo das obras e torcer para que a melhor decisão seja tomada. Mas vale ressaltar que, a observação desses animais dura uma curta temporada de cerca de 3 meses, já a ampliação do Porto, trará sustentabilidade o ano todo aos imbitubenses.








